Cravada no xadrez
Na cravada, uma peça fica presa: se ela sair, entrega uma peça mais valiosa (ou o rei) que está atrás dela na mesma linha. Bispos, torres e a dama cravam.
Depois de cravar, ataque a peça presa de novo — ela não pode fugir.
Cravada absoluta e cravada relativa
São duas coisas diferentes, e confundi-las custa partida. Na absoluta, atrás da peça presa está o rei: ela não pode sair, é regra do jogo, e dá para empilhar ataques nela à vontade. Na relativa, atrás está a dama ou uma torre: sair é permitido, só é caro — e às vezes o adversário sai mesmo assim, porque o que ele ganha no meio compensa.
O que fazer depois de cravar
Cravar não ganha nada sozinho: a peça continua lá. O lucro vem de atacar de novo o que não pode fugir, normalmente com um peão. A sequência clássica é cravar o cavalo e depois avançar o peão em cima dele: ele não recua, e você ganha a peça por um peão.
O erro comum
Contar com a peça cravada para defender alguma coisa. Uma peça presa só finge que defende: no momento em que precisar se mexer, ela não pode. Se você deixou um peão ou uma casa sob a guarda dela, a conta está errada.
Fazer a lição: A cravadaResolver puzzles deste tema
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre cravada e espeto?
Na cravada, a peça presa protege algo mais valioso atrás dela e não pode sair. No espeto é o contrário: a peça valiosa está na frente e, ao fugir, entrega a de trás.
Como aproveitar uma cravada?
Ataque a peça cravada de novo com um peão ou outra peça: ela não pode fugir, então cai. Cravar e depois somar atacantes é o plano.
Continue aprendendo
MyCapybaraChess analisa suas partidas e devolve uma aula, não um número. De graça, em português.